BLOG GESTÃO DE PESSOAS - A “Uberização” do cuidado e a mulher

Jorge Félix • 18 de dezembro de 2020

 A “Uberização” do cuidado e a mulher

Tempo de Leitura: 5 minutos

     A pandemia evidenciou a heterogeneidade, as várias velhices. Seja no cuidado com crianças ou com pessoas idosas, as mulheres são mais demandadas para essa atribuição.

Artigo elaborado com Guita Debert (*)

     Existem várias dimensões da desigualdade de gênero no mundo do trabalho e, nas últimas semanas, algumas pesquisas evidenciaram como a pandemia e o “novo normal” do home office sobrecarregou mais as mulheres do que os homens na tarefa do cuidado. Qual o impacto da variável “cuidado” na produtividade da economia? Essa é uma questão rara nas avaliações dos economistas. O cenário “pós-covid” (seja lá o que for o significado dessa expressão ainda bastante subjetiva) exigirá maior atenção a esse ponto.

     Metade das mulheres entrevistadas pelo instituto Gênero e Número e pela Sempreviva Organização Feminista passou a cuidar de outra pessoa no isolamento social. Já o Datafolha mostrou que 64,5% têm dificuldades no trabalho remoto e mais mulheres (57%) do que homens (21%) acumulam as tarefas domésticas com o emprego à distância.
     Sabemos que é sempre arriscado falar mulher ou mulheres no plural generalizador. Seria prudente avaliar o momento do curso da vida. Mulheres casadas com filhos pequenos, é de se imaginar, estão muito mais sobrecarregadas do que as solteiras ou viúvas sem filhos ou com filhos adultos ou do que as que vivem só. As primeiras tiveram que assumir tarefas com crianças sem escolas, com os adultos em tempo integral em casa e sem a ajuda dos avós que agora, como “grupo de risco”, vem seu apoio familiar ganhar ampla visibilidade.

     Na investigação “outras formas de trabalho”, no âmbito da Pnad, na qual o IBGE afere o “cuidado” e o classifica como trabalho ainda que não precificado, nem tratado como parte do PIB, 85,7% das pessoas a partir de 14 anos dizem realizar trabalhos domésticos em sua própria casa ou na de terceiros. No entanto, a parcela feminina era de 92,1% contra 78,6% dos homens. Quanto ao cuidado de pessoas, a taxa de realização era de 31,6%, mas o placar é de 36,8% entre as mulheres e de 25,9% para os homens. Embora o cuidado com crianças e adolescente ainda prevaleça, o IBGE verifica queda nesse segmento e ampliação no cuidado com pessoas idosas.
De qualquer maneira, é preocupante, diante desses dados, tomar conhecimento da proliferação do que foi chamado na imprensa de “espaços informais”, à guisa de creche para crianças, constituídos por mulheres em situação de desemprego. São mães a improvisar
creches comunitárias para dar conta dos filhos de vizinhas, sem atender à mínima regulamentação e, portanto, remuneradas de modo similar aos aplicativos de transporte ou entrega em domicílio, isto é, uma relação que podemos chamar, para usar o neologismo do
momento, de “uberização do cuidado”. Tal qual a sua matriz, essa também traz consequências sociais inquietantes. Embora seja difícil
estabelecer conexões determinantes, a hipótese bastante aceitável é de uma causalidade desse fenômeno pelas dificuldades de acesso ao auxílio emergencial, pelo veto presidencial à prioridade de recebimento desse auxílio pela mulher chefe de domicílio ou pelo desemprego.

     Mas, sem dúvida, a desigualdade de gênero permeia todo esse quadro assustador que pode  piorar pelo aumento do desemprego, pela redução do auxílio emergencial ou pela morte de mais idosos. Como mostra Ana Amélia Camarano, em 60,8% dos domicílios com idosos ou em 20,6% do total dos domicílios brasileiros, a renda do idoso é responsável por mais de 50% do rendimento domiciliar.
Como alertado pela filósofa italiana Silvia Federici, “sem o trabalho doméstico, o mundo não se move”. Os dados censitários demonstram a evolução da participação feminina no mercado de trabalho e a redução contínua da diferença entre homens e mulheres na população economicamente ativa. Hoje é cada vez mais evidente que a renda familiar depende de pelo menos duas rendas. Some-se a isso a tendência de redução da população em idade ativa devido ao envelhecimento populacional. Está dado, assim, um quadro que atinge diretamente a produtividade da economia.

     O home office, sobrecarregando mais as mulheres, em um país sem uma Política Nacional de Cuidados (PNC), acredita-se, terá efeito travador do crescimento econômico nos próximos anos. A pandemia mudou muitos aspectos da nossa vida cotidiana, incluindo o modo como a velhice é tratada. Da visão da “velhice ativa” como indicador de qualidade de vida, disposição e saúde, passamos para a percepção da velhice como um “grupo de risco”.

Ou seja, a pandemia evidenciou a heterogeneidade, as várias velhices. Seja no cuidado com crianças ou com pessoas idosas, as mulheres são mais demandadas para essa atribuição e apenas uma PNC, onde seria estabelecida a responsabilidade do Estado, da iniciativa privada e do indivíduo mitigará os efeitos econômicos do cuidado prolongado nos próximos anos. É preciso, portanto, politizar o cuidado. Isso implica a economia incorporar a questão do cuidado. Em vez de interpretá-lo como gasto ou despesa, seja em termos de benefícios sociais ou salários de profissionais cuidadores, a economia deveria questionar se o fato de as mulheres serem as que mais abandonam os estudos para cuidar de pessoas terá implicação em uma desqualificação da mão de obra a médio prazo ou pressão de salários dos mais qualificados.
Se no caso de crianças, temos uma “uberização”, na outra ponta, como revela a recém formada Frente Nacional em Defensa das Instituições de Longa Permanência para Idosos, o Brasil tem uma das mais frágeis redes de proteção, sobretudo para a variedade de velhices e suas necessidades. 

     A ideia de produtividade não é apenas quantitativa, principalmente em uma economia informacional. Ou de mera intensificação tecnológica. Diz respeito também aos arranjos sociais, que possibilitam um “environment” propício à criatividade, inovação e satisfação.
Ninguém trabalha de maneira produtiva, criativa ou inovadora preocupado em como estão sendo cuidados seus filhos, pais ou avós.
O resultado, em sociedades mais envelhecidas, tem sido absenteísmo ou saída precoce do mercado de trabalho. A pandemia colocou a economia diante da variável do cuidado e, ao ser obrigada a reconhecê-la, nos próximos anos, terá que encarar também a desigualdade de gênero.

(*) Guita Grin Debert é professora do Departamento de Antropologia e pesquisadora do Núcleo de Estudos de Gênero da Unicamp, da Fapesp e do CNPq. Autora de ‘Reinvenção da Velhice’ (Prêmio Jabuti de Ciências Sociais; Edusp). Matéria publicada no Jornal Valor Econômico no dia 06/11/2020.

Publicado no site : www.portaldoenvelhecimento.com.br
Camila Sardinha
Jorge Félix
       É professor doutor da Universidade de São Paulo na graduação e pós-graduação em Gerontologia. É pesquisador da Fapesp. É autor dos livros "Viver Muito" e “Economia da Longevidade”. É comentarista sobre tema do envelhecimento na Rede Globo
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Por THOMAS ARAÚJO 25 de agosto de 2023
Tempo de Leitura: 5 minutos A REVOLUÇÃO SILENCIOSA: COMO A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL ESTÁ TRANSFORMANDO A GESTÃO DE PESSOAS Imagine um mundo onde seu chefe é um robô amigável que sabe exatamente quando você precisa de um dia de folga ou quando merece um aumento. Parece coisa de filme de ficção científica, certo? Bem, não é mais! A inteligência artificial (IA) está fazendo uma entrada triunfante na gestão de pessoas, tornando a experiência no local de trabalho mais eficiente e agradável para todos. Neste artigo, vamos explorar como a IA está revolucionando a maneira como somos gerenciados no trabalho, tudo isso de forma fácil e descontraída. E se você tiver interesse em mais assuntos como este, deixe nos comentários quais destes temas deseja se aprofundar mais. A IA e a Gestão de Pessoas: Uma Combinação Perfeita A IA é como o assistente pessoal que você sempre sonhou em ter no escritório. Ela pode processar enormes quantidades de dados em um piscar de olhos, o que é uma tarefa impossível para os humanos. Isso significa que os gestores podem tomar decisões mais informadas sobre contratações, promoções e até mesmo ajustes salariais com base em dados sólidos em vez de palpites. Recrutamento Inteligente Você já se perguntou como aquele novo colega de trabalho incrível apareceu de repente na sua equipe? Bem, pode ser uma IA trabalhando nos bastidores! Ela ajuda a filtrar currículos e encontrar os candidatos perfeitos, economizando um tempo precioso para os recrutadores. Além disso, ela identifica padrões nas informações pessoais dos candidatos para garantir que a equipe seja diversificada e inclusiva. Treinamento Personalizado A IA é como o treinador pessoal do escritório. Ela pode criar programas de treinamento personalizados para cada funcionário, ajudando a melhorar habilidades e competências de forma eficaz, dando adeus a treinamentos chatos e genéricos! Feedback em Tempo Real Lembra daqueles longos ciclos de avaliação de desempenho? Eles estão se tornando coisa do passado. A IA permite que os gestores forneçam feedback em tempo real, destacando suas conquistas e áreas de melhoria enquanto estão frescas na memória. Equilíbrio Entre Trabalho e Vida Pessoal A IA também pode ajudar a equilibrar melhor o trabalho e a vida pessoal. Ela monitora a carga de trabalho e sugere quando é hora de dar um tempo. Nada como um robô para lembrar que você merece um descanso. Previsão de Desligamento Lembra daquele colega de trabalho que saiu inesperadamente? A IA pode identificar sinais de desligamento iminente, permitindo que os gestores intervenham a tempo de manter a equipe unida. Um Futuro Brilhante com a IA na Gestão de Pessoas À medida que a IA se torna mais integrada na gestão de pessoas, estamos caminhando para um ambiente de trabalho mais justo, eficiente e equilibrado. Não precisamos mais temer os robôs como nossos chefes , mas sim abraçar essa revolução silenciosa que está tornando nossas vidas profissionais mais fáceis e agradáveis . Com a IA ao nosso lado, o futuro da gestão de pessoas parece promissor e empolgante. Portanto, abrace as mudanças, pois o futuro está aqui para ficar. Com isto, não fiquem preocupados se determinados postos de trabalho irão desaparecer. Historicamente, os avanços tecnológicos fazem com que à medida em que postos de trabalho desaparecem, outras oportunidades surgem e tornam o mundo um lugar fascinante e criativo. E se depois disto tudo eu lhe disser que grande parte deste artigo foi escrito com auxílio de uma IA? Com isto, é notório que a IA é uma ferramenta poderosa e que nos auxiliará nas atividades cotidianas, impulsionando nossa capacidade de produzir e tomada de decisão, mas JAMAIS SUBSTITUIRÁ O ELEMENTO MAIS IMPORTANTE: O SER HUMANO . Nós ainda continuamos sendo insubstituíveis, e podemos utilizar estes e tantos outros recursos para potencializar e alavancar nossas atividades cotidianas. Até o Próximo Artigo!
Por Regina Soares 4 de fevereiro de 2022
Tempo de Leitura: 6 mi nutos “BIZUS” PARA SE DAR BEM EM CONCURSOS!!! Passar em um concurso exige foco, determinação e dedicação. Sabemos que o volume de matérias para estudar é bastante grande, porém com ORGANIZAÇÃO , ESTRATÉGIA e DISCIPLINA é possível chegar à aprovação!!!! LEIAM ESSES “BIZUS” 1. Faça um cronograma de estudos Organize-se. Faça um cronograma de estudos. Fuja da armadilha de estudar quando puder. Priorize as matérias mais volumosas ou as que você acha que são mais desafiadoras para você e distribua seu tempo livre de modo que consiga cobrir todos os assuntos até próximo ao dia da prova. 2. Cada um aprende de um jeito. Você sabe qual o seu? Não tem sorte. Não existe fórmula secreta que vá fazer com que você seja aprovado sem estudar. Desista desse pensamento!!! O que existe são maneiras diferentes de aprendizado. Você pode aprender mais quando visualiza o conteúdo, ou preferir ler em voz alta e ouvir o que está estudando. Ou ler e imaginar o conteúdo. Logo é preciso que você SE CONHEÇA! QUAL É O SEU JEITO MELHOR DE APRENDER? E... MÃOS À OBRA!!! 3. Utilize muito resumos, provas anteriores e simulados Fazer resumos, refazer provas anteriores dos concursos, resolver simulados e fazer mapas mentais (esquemas que você pode criar para memorizar conceitos, fórmulas, esquemas de assuntos) são maneiras eficientes de prepará-lo para o dia D. Essas estratégias com certeza te ajudarão a fixar e memorizar as matérias, os temas, além de você criar a capacidade para perceber que tipos de questões são mais desafiadoras e quais são as que você tem mais facilidade em responder. A partir daí, você consegue direcionar os seus estudos para as áreas que exigem mais a sua atenção. 4. Procure por materiais extras A internet está repleta de informações que poderão ajudá-lo na sua tão sonhada aprovação! Procure fóruns, bate papos e sites oficiais dos temas que precisa estudar para obter materiais extra que complementem o que você já estudou. Assista lives, participe de grupos de WhatsApp, participe de aulões, pesquise!! 5. Está com dúvidas? Pergunte! Se está com dúvida em algum assunto específico, não o dê por encerrado até que ela seja sanada. Persista, insista, foque!!! Converse com professores, profissionais ou especialistas no assunto que poderão explicar a matéria a você de uma maneira diferente. Faça perguntas, peça exemplos e leve suas próprias comparações para serem analisadas e corrigidas. Principalmente, vença você mesmo! Conheça suas emoções, perceba o que sente, reconheça o que te trava, mantenha pensamento positivo sempre! Seja otimista! Visualize você já trabalhando no seu tão sonhado emprego. Torne esta visualização um hábito. Imagine fazendo a prova, respondendo de forma consistente e segura cada questão, recebendo o resultado de que passou!! Tomando posse do seu trabalho!!! Essas visualizações ajudarão você a relaxar, a tomar posse do que você deseja! Ah!!!! Na véspera da prova se alimente bem , com alimentos saudáveis, descanse, faça algo que te relaxe: música, filme, estar com pessoas que te fazem bem, distraia-se... e nada de estudar na véspera! Isso não é bom!!! No máximo leia notícias que possam agregar para aprova!! “Mudar é complicado, mas se acomodar é perecer”. - Mário Sergio Cortella
Por Regina Soares 28 de janeiro de 2022
Tempo de leitura: 3:00min O QUE É? • Atividade exercida por um profissional mais experiente que irá orientar, aconselhar, instruir alguém mais jovem (ou com menos tempo de carreira) para que essa pessoa tome as decisões corretas para o seu desenvolvimento profissional. • O mentor (profissional que conduz o processo de mentoria) utiliza ferramentas e técnicas diversas durante os encontros para apoiar as ações do mentorado (quem faz mentoria). • É uma relação mais informal, porque se trata de conversas estratégicas para alcançar um plano maior na carreira e na vida! A SUA IMPORTÂNCIA: • Promover o sucesso profissional e pessoal do mentorado. • O mentor com suas experiências, acertos e erros, pode mostrar ao mentorado caminhos valiosos para o seu desenvolvimento. • Une conhecimentos técnicos sobre as atividades que você desenvolve e toda a experiência de ter vivenciado uma carreira na prática. Excelente meio para alavancar a sua carreira! • Através de PLANEJAMENTO ajuda a encontrar os melhores caminhos a serem seguidos, para o alcance do seu sucesso! • Incremento do seu NETWORKING. COMO É NA PRÁTICA? • Encontros pré-agendados (semanais, quinzenais, mensais....). • Transmissão de conhecimentos, compartilhamento de experiências. • Sugestões de ideias, provocações e desafios. • O Mentor pode te ajudar a perceber que há várias oportunidades a serem exploradas. PRÁTICA:
Por Fernanda Prado dos Santos 21 de janeiro de 2022
Tempo de Leitura: 6 minutos Como funciona a estabilidade trabalhista para gestantes? Essa é uma das grandes preocupações das mulheres grávidas e neste artigo vamos esclarecer todas as suas dúvidas sobre a estabilidade temporária das trabalhadoras gestantes! Confira: O que é estabilidade trabalhista? É o período em que o empregado (a) não pode ser demitido (a), ainda que contra a vontade do empregador. Existem diversas situações em que esse direito se configura. Além da trabalhadora gestante, podemos citar o empregado (a): • Membro da CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes); • Acidente de trabalho; • Dirigente sindical. Trata-se apenas de rol exemplificativo. Podem ser acordadas outras formas de estabilidade por meio de acordo de negociação coletiva com o sindicato da categoria. Duração da estabilidade provisória da gestante: A estabilidade para as gestantes tem início a partir da concepção e perdura até os 5 meses posteriores ao parto. Assim, o período de estabilidade abrange os 120 dias habituais da licença maternidade, acrescido de um mês. No entanto, a licença é estendida para 180 dias, quando o empregador adota o Programa Empresa Cidadã. Desconhecimento do empregador: O desconhecimento do empregador quanto à gravidez em nada interfere nos direitos da futura mãe! A trabalhadora conserva a estabilidade, de acordo com a Súmula 244, do Tribunal Superior do Trabalho. Além disso, a funcionária admitida grávida também faz jus à estabilidade. Gestação no período de experiência: O contrato de experiência é um contrato de trabalho por prazo determinado com duração máxima, de 90 dias . Ultrapassado esse período, as partes decidem pela efetivação ou seu encerramento . Neste caso a empregada gestante faz jus a garantia de emprego desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto prevista no art. 10, II, b do ADCT, ainda que contratada a título de experiência . Demissão por justa causa: É preciso estar atenta ao fato de que a estabilidade provisória não impede a demissão por justa causa! Esta é a sanção mais grave sofrida pelo empregado (a) Ocorre quando o trabalhador (a) é desligado da empresa pelos seguintes motivos: • Ato de improbidade; • Incontinência de conduta ou mau procedimento; • Negociação habitual no ambiente de trabalho; • Condenação criminal do empregado; • Desídia no desempenho das respectivas funções; • Embriaguez habitual ou em serviço; • Violação de segredo da empresa; • Ato de indisciplina ou insubordinação; • Abandono de emprego; • Ato lesivo da honra ou da boa fama, ou ofensas físicas praticadas contra o empregador e superiores hierárquicos; • Prática constante de jogos de azar; • Atos atentatórios à segurança nacional; • Perda da habilitação profissional. Comprovada a existência de justa causa, o funcionário (a) também deixa de receber as seguintes verbas: • Aviso prévio; • Saque do FGTS; • Multa de 40% sobre o FGTS; • Seguro desemprego; • 13º salário; • Férias Proporcionais; • Adicional de 1/3 das férias. Fui demitida grávida: quais meus direitos? Neste caso, existem duas possibilidades: a reintegração da gestante ao quadro de funcionários, caso não seja possível a reintegração o empregador deverá indenizar a trabalhadora por todo o período em que ela faria jus à estabilidade. Afastamento da gestante na pandemia, tenho direito? Em maio de 2021, a Lei 14.151, que garante regime de teletrabalho às trabalhadoras gestantes enquanto durar a pandemia, foi sancionada pelo Governo Federal. Com a nova lei, a gestante obteve o direito de permanecer afastada das atividades do trabalho presencial sem o prejuízo de sua remuneração. Todavia, ela deve ficar à disposição do empregador para exercer as atividades laborais em seu domicílio através de home office, trabalho remoto ou outra forma de trabalho à distância e este deverá fornecer os equipamentos e toda a estrutura necessária ao desempenho da função.
Por Alunos e Alunas do MBA em Gestão Estratégica de Pessoas 16 de julho de 2021
Tempo de Leitura: 3 minutos As empresas são compostas por pessoas com diferentes formações, pensamentos, necessidades e experiências tanto de vida quanto profissionais, trata-se do Capital Humano. Por outro lado, uma pessoa jurídica também possui normas, regras, políticas e diretrizes que norteiam sua trajetória, assim como tem uma expertise dentro de seu segmento de atuação. O conjunto das informações, acima, formam o conhecimento de uma determinada organização. E isto precisa ser cuidado, tratado, gerido. As pessoas que fazem parte de uma empresa conhecem os processos, procedimentos, normas, a composição do produto ou serviço comercializado e este conhecimento deve permanecer na organização, pois faz parte de sua essência, cultura e história. O profissional pode sair da empresa por diversos motivos, porém a expertise deve ser mantida para que todos tenham acesso e novos colaboradores possam dar continuidade ao trabalho. A gestão desse conhecimento precisa ser sistematizado, formalizado e divulgado para que todos tenham acesso e permitam que esta sabedoria seja utilizada em prol do desenvolvimento das pessoas e, consequentemente, da empresa. Quer saber um pouco mais sobre os tipos de Capital Intelectual? Veja abaixo: Capital humano: refere-se ao conhecimento explícito ou implícito. É útil para empresas que possuem colaboradores com alta capacidade de aprendizado. Capital estrutural: é a sabedoria que a organização consegue formalizar, explicitar e sistematizar. Isso inclui todo o conhecimento estruturado que depende da eficácia e eficiência interna da organização. O capital estrutural faz parte da propriedade da empresa e, mesmo que o funcionário se desligue da instituição, ele permanece na empresa. Capital relacional: essa camada diz respeito ao conjunto de relações da empresa com o público externo. A qualidade e a sustentabilidade da base de clientes de uma empresa e o seu potencial para gerar novos clientes são questões essenciais para o sucesso. Além disso, o conhecimento que pode ser obtido a partir da relação com outros agentes do exterior é fundamental. Capital interno: são os conceitos, processos, sistemas administrativos, modelos desenvolvidos por pessoas e empresas. Capital externo: relacionamento com os clientes, os stakeholders, os fornecedores, os concorrentes, a gestão da marca, a imagem e a reputação. A importância da gestão do conhecimento na empresa se dá pelo fato de preservar tudo o que foi e é criado pelas pessoas dentro da organização e que será compartilhado com todos que fazem parte dela. A empresa que valoriza o seu conhecimento, tem como tônica a valorização, reconhecimento de seus profissionais, zelando por um ambiente criativo, harmônico e engajado. Texto por: Profª Veronica Maranhão
Por Davi Barbosa Delmont 26 de março de 2021
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Por Verônica Maranhão 28 de janeiro de 2021
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Tome as rédeas da tua vida!!!